Nalena Kátia Assis Belisário...
...
[Verso 1][Música suave, oboé, piano, violino]
Novamente a mente volta aos anos de ouro da juventude...
Quando a gente era mais que amigo, era espelho de virtude...
Entre aulas tão monótonas e encontros sem previsão...
A conversa sobre os sonhos acendia o coração...
A vida ia sem pressa, na leveza da idade...
E em cada abraço de amigo nascia a tal da saudade...
Uma faísca de paixão, foi tão bonita e sutil...
Coloriu nossas noites... num cenário juvenil...
[Verso 2][Sussurrado]
O que a gente viveu, sei que foi coisa divina...
Cumplicidade verdadeira, teu sorriso de menina...
Um flerte tão inocente, sem precisar se explicar...
Era viver nosso tempo, e o tempo não quis me esperar...
Não houve dor na partida, nem palavra de rancor...
Só a vida nos chamando para buscar outro amor...
...
Mas a essência do carinho, mesmo em outro lugar...
Permanece como a canção, que não para de tocar...
[Chorus][Música suave, Acordes de violão]
Nalena Katia, meu sorriso em tempos de escola...
Nossa amizade, quase-amor, em minha alma se enamora...
Entre a paixão e a ternura, escolhemos a paz do coração...
Você virou lembrança eterna, emoldurada em emoção...
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Nalena Katia, se a distância hoje é uma ponte em meu chão...
Carrego o brilho do teu riso em cada antiga canção...
E quando a vida me pede forças pra seguir tocando em frente...
Lembro que um dia foi você quem plantou, todos os sonhos da gente...
[Verso 3][Acordes de piano suave]
Karmas mudaram, ventos passaram, outras estações chegaram...
Mas o afeto daqueles tempos, nem as dores apagaram...
O olhar de cumplicidade, quando o mundo não nos via...
Era abrigo silencioso onde a alma se escondia...
Tudo era tão mais simples sob a luz daquela estrada...
Um romance sem urgência, uma presença revelada...
Quantas vezes a vontade quis romper o “quase” em dois...
Mas a amizade, protetora, nos guardou pra sempre depois...
[Verso 4]
Cada lembrança é uma ponte sobre o rio da saudade...
Traz de volta a tua voz, tua singela liberdade...
Os dias em que andávamos lado a lado, sem nada cobrar...
Hoje são pequenos tesouros que o tempo não vai roubar...
E sobreviver à distância sem romper o nosso laço...
Fez do “quase-amor” um conto que se conta em cada passo...
O que nos une é maior que a ausência e que o lugar...
É certeza de uma época que nunca vai desbotar...
[Chorus][música suave, sussurrado]
Nalena Katia, meu sorriso em tempos de escola...
Nossa amizade, quase-amor, em minha alma se enamora...
Entre a paixão e a ternura, escolhemos a paz do coração...
Você virou lembrança eterna, emoldurada em emoção...
...
Nalena Katia, se a distância hoje é uma ponte em meu chão...
Carrego o brilho do teu riso em cada antiga canção...
E quando a vida me pede forças pra seguir tocando em frente...
Lembro que um dia foi você quem plantou, todos os sonhos da gente...
[Ponte]
Lembrar de ti é folhear um álbum em tom de sépia e luz...
Onde cada gesto simples outra vez me reconduz...
A gente interrompeu a chama, mas guardou o resplendor...
E hoje o nome que nos cabe é “amigos com sabor de amor”...
[Final] [coda]
Ilusão foi-se com o tempo, liberdade nos guiou...
Mas ficamos, um pro outro, como o verso que restou...
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Onde a vida te encontrar, que teu riso possa então saber: Fomos amizade e doce ilusão...
a mais terna forma de querer...
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Ilusão foi-se com o tempo, liberdade nos guiou...
Mas ficamos, um pro outro, como o verso que restou...
...
Fomos mais que amizade...
Fomos uma doce ilusão...